terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
O PORTO DA HORTA
O CICLO DA HIDROAVIAÇÃO
"Será a ainda incipiente navegação aérea que num mais curto espaço de tempo não prescindirá do porto da Horta para as suas amaragens nas ligações de e para o Novo Mundo. Antes houve as tentativas heróicas e românticas encarregues de demonstrar a viabilidade de tais ligações. No seguimento destas, aqui amarou, a 17 de Maio de 1919, o hidroavião NC4 do capitão Albert C. Read, primeira etapa do voo inaugural de Trespassey (Terra Nova) para Plymouth, na Inglaterra; uma singela placa descerrada na Praça do Infante relembra aos passantes o evento.
Perante o sucesso, outros e de outras nacionalidades se lhe seguiram: ingleses, italianos, franceses e alemães, quer testando aviões, quer zepelins, sobretudo os alemães, dos quais o mais conhecido foi o "Graf Zeppelin", de cujo bordo, em 1930, se obteve a primeira fotografia aérea da cidade da Horta; estas silhuetas ronceiras e majestáticas continuaram a sulcar os ceús até que a tragédia lhes veio a por fim, a 7 de Maio de 1937, data em que dramática e fragorosamente o "Hindenburg", aeronave gémea do "Graf Zeppelin", explodiu sobre Lakehurst, Nova Jérsia, nos Estados Unidos, durante as manobras de aterragem.
Suplantando este surdo degladiar entre os vários países, cada qual empenhado em restaurar orgulhosos nacionalismos e encurtar distâncias, a "Pan American Airways" iniciou, a 21 de Março de 1939, uma carreira regular de hidroaviões, os denominados "clippers", os quais, até finais de 1945, amararam na baía da Horta.
Igualmente alemães, franceses e ingleses, embora em períodos de tempo mais curto, fizeram da Horta ponto de experiência, escala e reabastecimento das suas aeronaves.
Como todos os ciclos, também este - o da hidroaviação - teve o seu fim; novamente o desenvolvimento tecnológico que o despoletou, prescindiu uma vez mais da baía da Horta."
César Gabriel Barreira, in "Um Olhar Sobre a Cidade da Horta"
Etiquetas:
albert c.read,
baía da horta,
clippers,
graf zeppelin,
hidroaviação,
nc4,
pan american airways,
zeppelin
sábado, 9 de fevereiro de 2008
NATO
BOEING E-3A SENTRY (707-300)
Esta tarde, o Faial foi sobrevoado por 3 vezes, pelo Sentry da Nato. Na última passagem, foi efectuada uma aproximação á pista do Aeroporto Internacional da Horta.
Etiquetas:
boeing 707-300,
boeing E-3A SENTRY,
nato
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
ISTO DEVERÁ SER A NOSSA APOSTA...
UM PACOTE TURÍSTICO
QUE ENGLOBA UMA
VISITA AO TRIÂNGULO
Para quem pensar em visitar os Açores, depara-se com 9 potenciais destinos, sendo uma visita à linda ilha de São Miguel, um apelo muito forte.
Outros dois polos de atracção, são como é óbvio as ilhas do Triângulo (São Jorge, Pico e Faial) e a meu ver as ilhas das Flores e Corvo, que bem merecem uma visita.
Aqui, o "trunfo", é a possibilidade de visitar mais do que uma ilha, sendo à partida o Triângulo, o destino neste momento mais bem preparado para receber.
Aqui fica, o relato de um dos visitantes:
(clique para ampliar)
Etiquetas:
Faial,
ilhas do triângulo,
Pico,
São Jorge,
triângulo
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
TEODORA E O MISTÉRIO DO VULCÃO
Ainda relacionado com as comemorações dos 50 Anos do Vulcão dos Capelinhos, foi lançado no Faial, uma nova aventura da Teodora, para quem não conhece, um dos "casos" sérios da literatura infanto-juvenil escrita em português.
A sua autora é a escritora Luísa Fortes da Cunha.
A sua autora é a escritora Luísa Fortes da Cunha.
E o clip de apresentação:
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
As nossas freguesias VII
PRAIA DO NORTE
"A Praia do Norte e sua igreja, é referida pela primeira vez em 30 de Junho de 1568. O seu solo fora, desde muito cedo, conhecido como bastante fértil em cereais, leguminosas e frutas de todos os géneros.
A primitiva igreja foi destruída pela erupção do Cabeço do Fogo, em 1672. Situava-se no sitio exacto do Nicho, na bifurcação da Estrada de Regional com a estrada que vai para o Norte Pequeno. O derrame lávico do Cabeço do Fogo cobriu seus extensos campos de terra arável. Dispersa a população local, a freguesia da Praia do Norte é extinta e integrada na freguesia do Capelo.
Após a erupção, os seus habitantes retornaram e gradualmente plantaram de vinhas, figueiras e outras árvores de fruto, vindo novamente a transformar a Praia do Norte numa fértil região agrícola.
Na Fajã da Praia, em 1787, é edificada a Capela da N. Sra. de Penha de França, pelo madalense José Nunes da Silveira. A Capela de N. Sra. das Dores é construída 10 anos mais tarde.
A Praia do Norte é elevada novamente a freguesia, através dum alvará régio datado de 1 de Outubro de 1839. Será apenas no ano de 1845, que celebra definitivamente a sua elevação. A igreja é novamente destruída durante a crise sísmica dos Capelinhos, sendo a actual igreja datada de 1961.
A Praia do Norte é elevada novamente a freguesia, através dum alvará régio datado de 1 de Outubro de 1839. Será apenas no ano de 1845, que celebra definitivamente a sua elevação. A igreja é novamente destruída durante a crise sísmica dos Capelinhos, sendo a actual igreja datada de 1961.
A área da freguesia integra parte do complexo vulcânico do Capelo. As suas altas falésias são geo-monumentos de grande interesse científico. Possuí uma fajã com areal voltada para a Baía de Ribeira das Cabras, a Fajã da Praia."
fonte wikipédia
Etiquetas:
fajã,
Praia do Norte,
ribeira das cabras
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















