terça-feira, 28 de abril de 2009

SY MALTESE FALCON NA HORTA

Mais um fantástico "yacht" que nos visita,

saiba tudo sobre ele aqui.

sábado, 25 de abril de 2009

O BRASÃO DA RIBEIRINHA

créditos - Junta Freguesia da Ribeirinha

Para visitar o site da Freguesia da Ribeirinha, bem como ler a descrição desta simbologia, clique aqui.

sábado, 18 de abril de 2009

COMPREI UM TESOURO

foto - Núcleo Cultural da Horta

Gosto de ler, e uma das coisas que a blogosfera exige para quem quer publicar algo de jeito, é investigar, ler, pesquisar, etc. Em boa hora descobri este livro, pequeno no tamanho, mas enorme no conteúdo. Apesar de ainda estar a meio, apenas posso dizer que tenho orgulho em ser Faialense e muita mas mesmo muita admiração por quem antes de mim andou por cá.

Tanto se fala, uns bem, outros mal, da história desta terra, mas no entanto o que fica para a história é o reconhecimento de quem por cá passa, aquilo que escrevem sobre nós e a fama de sermos um povo acolhedor, que sabe receber como ninguém, principalmente quem navegou até cá, para visitar um dos sítios mais míticos na história da navegação à vela.

Sem querer, desvendar o conteúdo do livro, pois aconselho a quem gosta desta ilha, destas gentes e da sua história, a comprar e ler. Assim, aqui fica um pequeno texto escrito em 1956 por um Senhor chamado CARLETON MITCHELL.

"Às 9.30 da noite apanhámos a luz indefinida do Farol dos Capelinhos no Faial, cinco relâmpagos rápidos de 20 em 20 segundos perfurando as trevas. À meia noite estava quase pelo través e, com a primeira luz fraca do amanhecer, avançámos lenta e silenciosamente por trás do braço protector do molhe da Horta para aí lançarmos ferro.

Enquanto o dia clareava, sentei-me no convés e olhei à volta. Estava demasiado dominado pela beleza para necessitar dormir. Raramente vi algo tão teatralmente maravilhoso.

À volta da beira mar em curva as casas da cidade, com persianas fechadas, eram de cores pastel suaves, por detrás erguiam-se enrugados afloramentos vulcânicos, enquanto que por cima de campos verdes em terraços alongados faziam coroas os moinhos.

Por cima de tudo matutavam as montanhas culminantes do Faial e Pico, envoltas em nuvens sombrias cinzentas e prateadas, que, à medida que o sol subia, gradualmente se tornavam douradas e cor de rosa. O Canal do Faial perdeu a escuridão armazenada durante a noite e ficou azul escuro.

A minha primeira impressão do Faial não mudou. Para mim é um dos lugares mágicos deste mundo, simples, puro, um lugar de paz e beleza."

Carleton Mitchell

Nota final - um excelente trabalho de recolha e selecção do Sr. João Carlos Fraga

quinta-feira, 16 de abril de 2009

APESAR DAS TENTATIVAS DE "DESVIOS" a "Cidade-Baía" mais bonita dos Açores

não deixa os seus créditos por mãos alheias

Ontem os Faialenses, puderam admirar in loco, um magnifico exemplar do "bom gosto" da IMT Marine Consultants. O super yacht, que ostenta o nome "Nero".

A Horta, costuma ser porto de escala de mega yachts super famosos, tais como: Callisto; Ecstasea ; Octopus , etc, mas na minha humilde opinião, acho que nunca por cá passou nada tão bonito.

Para saber mais sobre este lindo Yacht, clique aqui.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

HAPPY EASTER

TO EVERYBODY



domingo, 5 de abril de 2009

BOW WINDOW

Numa cidade, marcada por inúmeras influências e com variados estilos não será de estranhar um Bow Window. Em plena Rua Vasco da Gama, ostentando o nº24, está mais esta preciosidade à mercê de olhares mais atentos.


sábado, 4 de abril de 2009

O BRASÃO DAS ANGÚSTIAS

créditos - Sérgio Horta

Aqui fica a descrição oficial: Escudo de Azul, três besantes de ouro, carregado cada um de três gotas de negro, alinhados em faixa; em chefe, coração de ouro trespassado por uma espada de prata; campanha ondada de prata e verde, de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: "HORTA - ANGÚSTIAS".

As razões para esta simbologia:

Em primeiro lugar, o coração trespassado, símbolo Mariano em tudo ligado à Padroeira da freguesia - Nossa Senhora das Angústias, depois os besantes ligados à família de Josse van Huerter, que além de primeiro capitão donatário da ilha, terá também em conjunto com a sua esposa, iniciado o culto à actual Padroeira. Por fim a alusão ao cachalote, freguesia onde a caça a esta espécie teve grande impacto nas suas gentes e onde se implantou a respectiva indústria.

Nota final - este post só foi possível, com a colaboração dos Serviços da Junta de Freguesia.

Aqui fica também o link, para o site da autarquia:

http://jf-angustias.pt/