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quarta-feira, 24 de junho de 2009

EM DIA DE SÃO JOÃO

Já a pensar no São Pedro

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

EM CASTELO BRANCO

Depois de uma piscina para miúdos...

agora, uma para os mais graúdos...



É caso para dizer, FINALMENTE, alguém aproveitou o que a Natureza há muito deixou ali.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

O BRASÃO DE CASTELO BRANCO

créditos - Sérgio Horta

Aqui fica a descrição oficial: escudo de cor verde, com um promontório de prata, nascente de uma campanha ondeada de prata e verde; em chefe; coroa antiga de ouro, com sua pedraria, trespassada por uma espada de prata com punhos de ouro e uma palma do mesmo, passadas em aspa. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: "CASTELO BRANCO - HORTA"

Informação retirada do site da Junta de Freguesia de Castelo Branco, que pode ser visitado aqui:http://www.castelobranco.org/index.html

Resumindo, o brasão ostenta a coroa, espada e palma da padroeira da freguesia, que é Santa Catarina de Alexandria, bem como o Morro de Castelo Branco.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

ENCONTRO COM A NATUREZA



Fazendo parte da REDE NATURA 2000, o Morro de Castelo Branco agora tem mais uma razão para ser visitado, um trilho turístico, que permite ter novas perspectivas sobre o morro e arredores.









Este trilho liga a estrada regional (junto à Ribeira da Lombega) ao Morro de Castelo Branco. Para quem inicia o percurso junto ao Morro, os primeiros 500/600 metros são fantásticos.










É sem dúvida um excelente passeio, com excelentes vistas e tranquilidade.








Está devidamente assinalado, e com um bocadinho mais de manutenção é sem dúvida um sitio a visitar. Infelizmente, não posso terminar sem fazer um reparo, pois tal como acontece com outros trilhos cá na ilha, este também já foi descoberto por alguns "artistas" de moto. Com estas atitudes, apenas contribuem para colocar em risco a segurança de quem por lá anda, e "estragam" o tal encontro com a natureza, que se pretende tranquilo, a ouvir os passarinhos, o mar, etc...!
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segunda-feira, 12 de maio de 2008

O CULTO AO DIVINO ESPIRITO SANTO

IMPÉRIO DA COROA NOVA




Bem, segundo "reza" a história, este império fundado em 1880, surgiu de uma desavença entre "irmãos" de outro império (coroa velha), dando lugar a uma separação; uns ficaram com o edifício na altura existente e os outros com a coroa, indo fundar o então Império da Coroa Nova. No entanto, será no mínimo estranho o império dito da Coroa Nova, ter a coroa mais antiga da freguesia. Obviamente, tudo isto carece de fundamentos, pois esta história chega até nós através dos ditos populares, e como todos nós sabemos, quem conta 1 conto acrescenta 1 ponto, logo temos no mínimo de dar o beneficio da dúvida.


Infelizmente a nível documental, e devido a alguns "trapalhões", que passaram pelas direcções, a maioria dos livros de actas, de irmãos e outros arquivos foram postos no "lixo", privando as gerações vindouras de um precioso espólio manuscrito que lá existia, ficando assim alguns dos anos de existência desta irmandade completamente em branco. Assim não podemos tirar a limpo, esta história de "desavenças"...


Uma das principais razões da sua fundação, foi a caridade, existem muitas teorias, sobre o nascimento deste culto e muitas delas fazem sentido, mas a partilha entre irmãos, foi sem dúvida um motivo muito forte na génese destas irmandades. No caso do Império da Coroa Nova, felizmente ainda existem provas da partilha, quando a pobreza fazia parte do dia a dia de muita gente, neste império prestava-se alguns "auxílios". Em primeiro lugar o Pão de trigo, distribuído aos irmãos e pessoas mais carenciadas, utilizando para tal uma "senha" ou "bilhete", quando a fartura se instalou, este gesto foi substituído por donativos a uma instituição de caridade social, casa do gaiato, etc..., mais tarde foi posto de parte este gesto, que embora simbólico, traduzia um dos fundamentos básicos destas instituições. Outro "auxilio", era prestado nos funerais, com um "subsidio" para ajudar nas despesas, e ainda "mandar" celebrar uma missa, pelo irmão falecido. (costume ainda em vigor)



Para suportar as despesas da festa e deste auxilio monetário, os irmãos pagam anualmente as "pautas", e as ofertas (que podem ser em moeda ou em géneros: bolos, fruta, patos, galinhas, massa sovada, etc...)


«foliões»
Com o passar dos anos, a tradição foi enfraquecendo, o cortejo para a igreja foi ficando com menos participantes, mas com o inicio das "chamadas" Sopas do Espírito Santo, distribuídas aos irmãos e convidados no dia da festa, trouxe novo alento a esta tradição secular.


Estas (sopas), existiam muito raramente a nível colectivo, só em caso de "função", ou seja, cumprimento de promessa, ou então quando o Império celebrou o seu centenário.


Quanto à festa em si, tem o seu inicio na segunda-feira à noite, com a recitação do terço em frente ao altar, depois na terça-feira, inicia-se as comemorações com o cortejo para a igreja paroquial, para assistir à missa e coroações, seguido de "Sopas" para todos os Irmãos. Ao fim da tarde, faz-se o arraial, junto ao império, onde se procede às arrematações das ofertas dos irmãos, ao som dos acordes da filarmónica.








A um nível mais geral, as "Sopas do Divino Espírito Santo" estão completamente banalizadas, servindo agora para a angariar fundos para tudo e mais alguma coisa, as pessoas chegam à festa da Santíssima Trindade, completamente abarrotadas de sopas, pois durante o ano, outras colectividades ou as paróquias em si, organizam estes eventos para juntar dinheiro para as obras da igreja, para a farda da filarmónica, para isto e para aquilo...


Seguir as pisadas dos nossos antepassados, hoje, já tem um significado diferente.

Ir no cortejo para a igreja, com uma vara na mão, todos unidos simbolicamente, em sinal de irmandade, de humildade, de partilha, de sermos todos iguais perante Deus, de ter como obrigação olhar pelo próximo, ajudar o semelhante, tendo em conta os seguintes Dons: Sapiência, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus, salvo ainda algumas excepções, temos de reconhecer que nos dias de hoje, já não é muito atractivo.

Acabo com uma citação, que também serviu para finalizar um livro lançado em 2005 aqui no Faial, sobre este tema:

"Somos os responsáveis por lembrar aos homens aquilo que eles teimam em esquecer." Eric Hobsbawn

É uma grande verdade, continuamos a teimar em copiar os costumes e tradições de outros, enquanto vamos lentamente perdendo as nossas, a julgar pelo estado em que se encontram muitos dos Impérios à volta da Ilha, não podemos deixar de pensar, em aquilo que nos reserva o futuro...!

domingo, 25 de novembro de 2007

HÁ FESTA NA OUTRA ILHA...

O "CANAL" NÃO É OBSTÁCULO À FÉ



Devido à sua localização geográfica, as Ilhas do Faial e Pico, estão de muitas formas interligadas.

Na parte religiosa, existe algumas romarias dignas de nota. Em relação á romaria para a Ilha do Pico, no dia 6 de Agosto de cada ano, centenas de Faialenses deslocam-se à festa do Senhor Bom Jesus Milagroso que se venera na paróquia de São Mateus. O inverso, embora em menor número, acontece no dia 25 de Novembro, dia em que se celebra a festa de Santa Catarina de Alexandria na paróquia de Castelo Branco.


Neste dia celebra-se a missa, depois segue-se as coroações, a procissão e por último o arraial animado por filarmónicas e arrematações.

Formaram-se muito recentemente nesta freguesia, dois grupos em honra de Santa Catarina:

- Grupo Coral




- Irmandade






UM POUCO DE HISTÓRIA

Santa Catarina, terá nascido no início do século IV no seio de uma família abastada da Alexandria e foi torturada devido à sua fé - primeiro com o suplício da roda e depois decapitada pelo imperador pagão.
É considerada a padroeira dos estudantes, sábios e professores.
HINO
Neste mundo de tanta amargura
Encontraste propícia alegria
Das florinhas louvando a candura
E das aves a doce harmonia
Lá dos céus onde estais tão formosa
Entre os anjos que cercam Jesus
Impetrai do Senhor branca rosa
P´ra nossa alma torrentes de luz.
Lírio santo, lírio santo
De casta beleza, de casta beleza
Aljofrado com sangue na dor
Aceitai, aceitai
Nosso preito, nosso preito
Perfumai nossas almas ó flor.
Lírio santo, linda flor
Na celeste morada da glória
Revestida de raro fulgor
Ostentando o pendão da vitória
Vais cantando de Deus o louvor
Ainda em vida ó formosa Catarina
Convertestes os sábios pagãos
Que cederam à santa doutrina
E convosco morreram cristãos
pesquisa e texto S.C.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

AS NOSSAS FREGUESIAS II

CASTELO BRANCO


O seu nome deriva da existência de um morro vulcânico de rocha esbranquiçada - com 148 m de altura - que assemelha-se ao perfil de um castelo medieval.



O Morro de Castelo Branco é um domo vulcânico ligado à Ilha do Faial por um istmo muito estreito. Vale a pena visitá-lo, quanto mais não seja pelo magnífico pôr-do-sol que dali se vislumbra, em dias de bom tempo. Pôr-do-sol no Morro de Castelo Branco





Nesta freguesia localiza-se o Aeroporto Internacional da Horta, distinção obtida em Dezembro de 2002, fundamental para a economia da região e de toda a ilha. Foi inaugurado em 24 de Agosto de 1971 e desde 5 de Julho de 1985, tem ligações directas entre Lisboa e Horta operadas pela TAP e mais recentemente também pela SATA INTERNACIONAL.



A agro-pecuária é a principal actividade económica da população. Existindo também na freguesia uma importante industria de panificação. Também existe na freguesia duas unidades de Turismo Rural.

Voltada para o mar, a freguesia foi ainda uma das principais localidades piscatórias da ilha e na actividade baleeira.


Nesta freguesia temos a destacar:

- Morro de Castelo Branco (Resultou de uma erupção vulcânica e que devido à sua viscosidade, a lava não conseguiu escorrer livremente até à superfície, solidificando e originando um cone vulcânico muito espesso, composto por traquite. Local de nidificação de aves marinhas, como o Cagarro, o Morro encontra-se classificado como Reserva Natural).



- Igreja de Santa Catarina de Alexandria (Segundo Gaspar Frutuoso, a primitiva igreja paroquial foi construída logo após a construção das igrejas paroquiais da Horta, da Feteira e dos Flamengos. Em 1767, a primitiva igreja é substituída pela actual, com o orago de Santa Catarina de Alexandria).


(foto S.C.)


- Zona balnear (Zona balnear aprazível, composta por duas piscinas naturais com acesso privilegiado ao oceano, uma piscina para crianças e locais para banhos de sol. À volta, encontra também zonas próprias para piqueniques, balneário e parque de campismo). COSTA DE CASTELO BRANCO

Pesquisa e texto L.E.

domingo, 30 de setembro de 2007

COSTA DE CASTELO BRANCO

Zona Balnear e de Lazer



Esta freguesia possui tal como outras, "piscinas" talhadas pela Natureza. Aproveitadas por crianças e adultos para os banhos de Verão.


Recentemente a autarquia local, procedeu a algumas obras e criou uma piscina mais apropriada para a "pequenada".


Uma iniciativa de louvar.






Iniciativas que abrangeram também, um Parque de Campismo e grandes melhoramentos no antigo Parque Infantil.






Castelo Branco, possui também um pequeno porto, destinado a pescadores locais e a embarcações de recreio.




Tudo isto com um dos símbolos da freguesia, sempre em destaque no horizonte.


Morro de Castelo Branco