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terça-feira, 26 de maio de 2009

12 MIL VISITAS

AO CENTRO DE INTERPRETAÇÃO

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Ontem o Açoriano Oriental publicou um artigo

sobre este centro, aqui ficam

algumas citações interessantes:

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"Ir ao Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, é fazer uma viagem que vale a pena: no tempo, no espaço e no conhecimento; da terra em que vivemos mas, também, da história e das estórias das gentes que viveram o fenómeno que acrescentou terra à ilha do Faial e, simultaneamente, a fez perder mais de metade da sua população, rumo a terras da América que, então abriu a fronteira àqueles que perderam tecto, bens e tranquilidade."

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"Entrar no Centro de Interpretação - projecto assinado por Nuno Lopes e candidata ao Prémio Mies van der Rohe, que se tornou o prémio oficial de arquitectura da União Europeia e é actualmente um dos mais prestigiados a nível mundial -, é sentir , a aventura de, ao jeito do best seller de Júlio Verne, de uma viagem ao centro da terra. "

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Mas vale a pena ler o artigo na integra, aqui.



Açoriano Oriental - 25/05/2009 - Hélder Blayer e Olímpia Granada.
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Fotos - RH

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O PRINCIPE E O VULCÃO

Histórias de uma vida...

Numa "parceria" com a Revista da Armada, para a ilustração de um trabalho realizado pelo Sr. Luís Filipe Silva e publicado no blog Hardware In Faial , surgiu a oportunidade de contar mais esta história de grande interesse para os conteúdos históricos deste blog, são momentos da vida de pessoas que "viveram" os acontecimentos, que tanto se fala por aqui.



O nosso interlocutor, foi destacado em Março de 1957 para o Patrulha P581 ("Príncipe"), onde prestou serviço durante alguns meses, aqui vou deixar dois momentos que marcaram a vida deste homem e também a história do Faial.

O primeiro tal como a foto anterior documenta, tem a ver com a lenda da muralha do Porto da Horta:

"Também, para cumprir a tradição de todos os marinheiros que escalavam o Porto da Horta, na ilha do Faial, era imperativo que a imagem do “Príncipe” ficasse gravada, em adequada dimensão, na parede de pedra do molhe, frente à posição em que o navio estava atracado. Muitas pinturas atestavam a passagem de outras guarnições, nacionais ou estrangeiras, com os respectivos nomes e, por vezes, com esboços mais ou menos perfeitos das imagens dos respectivos navios. A imagem do nosso, navio da Armada Portuguesa, tinha que ser, sem hesitações, a melhor e mais bem pintada delas todas!"


"Recordo o salutar entusiasmo da guarnição quando a nova tarefa de “pintar o navio” lhes foi comunicada e como logo apareceram dois artistas voluntários para o trabalho. Entretanto, a exigência de fidelidade e perfeição pretendidas não se compadeciam, mesmo com a natural habilidade desses voluntários e, assim, foi adoptada uma solução mais pragmática embora menos “artística”: Eu tinha várias fotografias do “Sal”, a preto e branco, tiradas de perfil, durante as nossas saídas em comum. Tinha a bordo, como de costume, para além da minha Leica M3, o meu projector de slides. Nessa noite, á distância correcta para uma imagem de dimensões generosas, projectou-se, na parede escura do molhe, uma fotografia do “Sal”, irmão gémeo do “Príncipe”. Sendo um negativo, a imagem do navio aparecia muito luminosa no fundo escuro. Foi, assim, fácil, para os “artistas”, delinearem, com a maior exactidão, o seu perfil. Claro que depois, durante a pintura nas suas cores naturais, foi o P 581 que apareceu no mural, com a lista de toda a guarnição ao lado."


"Quando, vinte e cinco anos mais tarde, nas minhas longas permanências oficiais açorianas e frequentes visitas ás diferentes ilhas, procurei a “marca” da passagem do “Príncipe” por aquelas paragens, tive a triste desilusão de ver que, no local onde presumivelmente estaria aquela tão bem conseguida obra, não havia qualquer vestígio, porque o tempo (o mau tempo...) se encarregara de a apagar ou porque, á falta de mais espaço, outros tinham pintado por cima dela a sua própria marca. Mas não é assim a vida? "



O segundo momento, claro está, em 1957 só poderia ser o Vulcão dos Capelinhos, aqui fica alguns excertos:

"Mas, das minhas memórias desse tempo, o espectáculo que mais me impressionou, pelo que para mim teve de inédito e pela sua grandiosidade bem reveladora do que são as forças da Natureza, foi, sem dúvida, o poder ter assistido, em Outubro desse mesmo ano, ao nascimento do vulcão dos Capelinhos e ter-me apercebido de como um fenómeno natural daquelas dimensões pode ter tanto impacte nas vidas das pobres populações de toda a área por ele afectada."


"Foi durante esta crise que o “Príncipe” muito colaborou no esforço das autoridades locais para resolver os problemas surgidos naquela emergência. Assim, para o transporte de víveres das outras ilhas para a Horta e o transporte de desalojados do Faial para fora, o navio foi chamado a fazer, várias vezes, os percursos inter-ilhas. "

"Recordo uma dessas idas até ao vulcão com o 1º Tenente Junqueira e esposa e, noutra ocasião, a presença, a bordo, de dois cientistas bem conhecidos do meio naval, que nos acompanharam de Ponta Delgada até ao Faial em missão de estudo daquele fenómeno. Eram eles o Professor Dr. Orlando Ribeiro que já não se encontra entre nós há vários anos e a Professora Dra. Raquel Soeiro de Brito, hoje mui digna Vice-Presidente da Academia de Marinha." (foto)

Aqui fica o link, para uma leitura na íntegra do Artigo:

http://www.marinha.pt/extra/revista/ra_ago2007/pag_12.html

  • Citações e fotos - "Revista da Armada", nº411 - Agosto 2007, Tomás George Conceição Silva - Gen. da F.A.P.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

MEMÓRIAS II

"Metros" de areia, limpos num dia, repostos no outro...
Uma luta desigual, à qual o homem teve de sucumbir, a natureza é imensamente mais poderosa.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Centro de Interpretação do Vulcão

A Exposição Interpretativa

1º ponto de destaque - Os Faróis Açorianos.



2º ponto de destaque - As várias fases do Vulcão dos

Capelinhos, de onde se destaca o "holograma", do melhor

que já vi até hoje.







  • A próxima foto, demonstra as "áreas" de implantação do vulcão,
no seu auge e actualmente.


Existem outras salas com grande interesse, a nível regional e internacional, tudo grandes justificações para uma visita...




Se tiver oportunidade, não perca.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Centro de Interpretação do Vulcão

SUBIDA AO FAROL







Para desfrutar da paisagem, de uma forma diferente.



Abaixo, mais um exemplo da perfeita integração no meio.





Olhares...




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Uma "consolidação" da estrutura, preservando os "estragos" da época e a original escada em caracol. No rés do chão, um excelente aproveitamento das estruturas existentes, onde passou a residir uma parte da Exposição Interpretativa. (essa fica para amanhã)


terça-feira, 30 de setembro de 2008

Centro de Interpretação do Vulcão

A Exposição Temporária

Esta primeira parte é constituída por alguns equipamentos da época, de onde se destaca um sismógrafo, um taqueómetro, etc...



Interessante também, é poder observar as máquinas de filmar e de fotografar da época, as que documentaram o evento.




A segunda parte da exposição, é fabulosa, estou a falar do espólio geológico do Dr. Benarús. Aqui ficam alguns exemplos:




  • Tem lá peças fantásticas, mas é preciso lá ir para ver. (lol)





Amanhã, continuamos a visita, vamos subir uma escada de caracol...


segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Centro de Interpretação do Vulcão

Uma Visita Obrigatória

Finalmente, lá fui conhecer a obra que me impediu de chegar perto do farol, durante alguns meses. Se tivesse que a descrever em poucas palavras, FABULOSO, MAGNIFICO, EXCELENTE, certamente estariam incluídas nessa descrição. É de facto algo invulgar, aqui por estes lados, ter um espaço tão bem conseguido como este.



Como alguém disse durante a visita: "Até parece que não estamos no Faial!".

É verdade que foram gastos muitos milhões, mas o resultado fala por si.




A sua integração no meio que a rodeia, é na minha opinião perfeita.




Uma obra, que veio enriquecer a nossa consciência de um acontecimento marcante na história desta ilha, bem como aprofundar conhecimentos de Vulcanologia, Geologia, etc.


No próximo post, vamos fazer uma visitinha rápida, não quero mostrar
muito, só aguçar a vontade de lá ir...
Acreditem vale bem a pena.

domingo, 21 de setembro de 2008

Memórias

Mais uma "rubrica" a implementar neste blog, visto a procura de fotos antigas sobre a nossa ilha ser um dos grandes alvos de pesquisa no Google. Recentemente recebi de um colega 92 fantásticas fotos do Vulcão dos Capelinhos, infelizmente não estão nas condições ideais.

(o peso das cinzas e o efeito dos tremores)



No entanto, já estão todas digitalizadas. Aguardando uns melhoramentos, aqui vai a primeira, melhorada (dentro dos possíveis).

domingo, 8 de junho de 2008

ILHA DO FAIAL

"A cénica baía por onde se espraia o casario branco da

cidade. O ondular suave dos montes que sobem lentamente

até quase tocarem as nuvens. O verde, o verde sempre presente,

com largas pinceladas do azul das hortênsias. Encantos do Faial,

ilha onde a paisagem parece abraçar quem chega e só o deixa

partir com saudade. O Faial é, também, o colorido dos muitos

iates que fazem da Horta o seu porto de escala na travessia do

Atlântico. A paisagem desnuda do Vulcão dos Capelinhos.

O círculo de uma profunda cratera revestida pela vegetação

endémica da ilha. E, sobretudo, o mais deslumbrante miradouro

natural para apreciar a vizinha ilha do Pico e toda a

majestade do enorme cone vulcânico nascido do fundo do mar."




in Guia da Ilha do Faial, da Direcção Regional de Turismo dos Açores

segunda-feira, 19 de maio de 2008

FROM CAPELINHOS TO VARADOURO

(Capelinhos num dia tristonho)

(Farol)

(o inverso de ser ilha)



(A Pesca - hobbie de Açoriano)



(Tonalidades)




(Idem)



(Landscape)



(Morro de Castelo Branco)


(que os faroís desta terra iluminem o Sr. Secretário...lol)


(Miradouro)
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But we're never gonna survive unless
We get a little crazy
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