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domingo, 1 de fevereiro de 2009

STEEL & ICE







quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O CHAPEU

No passado dia 5, fez uma linda tarde de sol,

até o Pico não resistiu e colocou o chapéu.



Para quem vive por cá, sabe que de vez em quando

a Natureza nos presenteia com estas belas visões.




Para quem não conhece, aqui fica alguns exemplos...


Fantástico!


quarta-feira, 24 de setembro de 2008

CLICK DA SEMANA

(Picos)

Esta semana temos uma foto da ilha vizinha
do Pico, enviada pela nossa amiga Fernanda
do blog: Ilhas do mar
(obrigado pela colaboração).
Para dar a conhecer alguns locais interessantes, todas as semanas vamos ter aqui "Na Rota das Hortênsias" o click da semana, tal como em outros assuntos, pode também colaborar enviando uma bonita foto de qualquer uma das três ilhas do Triângulo.

Terei muito gosto em publicar, identificando o seu autor ou autora.


Endereço para o envio de fotos:

Então pessoal, ninguém tem fotos bonitas de São Jorge?

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

CLICK DA SEMANA

Já começamos a ter feedback, esta semana temos uma foto

da ilha vizinha do Pico, enviada pela nossa amiga Graça Mello

do blog: Mello (obrigado pela colaboração)

Para dar a conhecer alguns locais interessantes, todas as semanas vamos ter aqui "Na Rota das Hortênsias" o click da semana, tal como em outros assuntos, pode também colaborar enviando uma bonita foto de qualquer uma das três ilhas do Triângulo.


Terei muito gosto em publicar, identificando o seu autor ou autora.


Endereço para o envio de fotos:

rotadashortencias@gmail.com

segunda-feira, 5 de maio de 2008

MONTANHISMO

Como defensor da ideia "triângulo", daqui para a frente e de vez em quando vou tentar fazer alguns posts sobre as outras duas ilhas que fazem parte deste potencial "pacote turístico" maravilhoso que existe nos Açores, são três ilhas diferentes entre si, separadas apenas por algumas milhas e que na minha opinião se complementam entre si.

Cá nos Açores, costuma-se dizer em jeito de brincadeira, que um Açoriano que se preze deve fazer três coisas: Beber um Gin Tónico no Peter, Subir a Montanha do Pico e ir à festa do Senhor Santo Cristo. Em Agosto de 2005, realizei um desses feitos, escalei a montanha do Pico.

O dia começou bem, no cais por volta das 6 e tal da manhã, o céu estava completamente limpo e a montanha estava completamente livre de nuvens, tudo indicava que ia ser um dia perfeito para a subida. Apanhámos a primeira lancha do dia e lá fomos nós com o objectivo de chegar ao ponto mais alto de Portugal.

Fomos de táxi, até onde se podia ir, a partir daí, só a nossa força de vontade, um bom bordão, muita água, chocolate e alguma fruta nos pode dar energia suficiente para o desafio que se avizinha.


Próximo objectivo, atingir a ponta do Piquinho (2352 metros), fomos nas calmas sem grandes pressas, o terreno é difícil e perigoso, mas não é nada que não se faça com cuidado. A subida levou 2 horas e 50 minutos, com algumas paragens pelo meio.

Depois do almoço, das fotos e das filmagens, isto na medida do possível, pois durante a subida a montanha ficou completamente rodeada de nuvens e a visibilidade ficou nula, quer para a ilha do Pico, quer para os arredores. Iniciámos a descida, que nos levou 3 horas e 10 minutos, novamente sem pressas e com algumas paragens, pois a descida fisicamente é muito mais exigente.

Ficou o consolo de ter estado no ponto mais alto de Portugal, quanto às vistas quem sabe um dia não voltamos lá...


As imagens que fazem parte deste vídeo, infelizmente não tiveram origem digital, mas sim num scanner, daí a sua qualidade não ser a melhor, mas acho que dá para ter uma ideia.




No entanto ficam aqui estas 4 fotos enviadas pelo meu amigo Paulo Pereira (blog Basalto Negro), estas sim com qualidade e da autoria da Professora Goretti Batista. Aos dois, um sincero agradecimento.



sexta-feira, 2 de maio de 2008

OLHARES PELA ILHA

BOM FIM DE SEMANA

HAVE A GREAT WEEKEND

terça-feira, 8 de abril de 2008

MAIS UMA BELA FOTO NO INCENTIVO


"O cenário do Canal e da Baía da Horta, sem esquecer a ponta do Pico, é, não raro, oportunidade para o registo de belas fotos, seja ao nascer ou ao pôr do Sol, em dias de bom tempo; seja quando o mar se revolta; seja a paisagem humana que os «aventureiros» começam a preencher a partir de agora, nesta altura do ano. Ontem, em pleno mês de águas mil, como que a anunciar o temporal que aí vem, a meio da tarde, o repórter do INCENTIVO teve a sorte de fotografar o arco-íris, sobre o Canal, num registo que vale, sobretudo, pela oportunidade, que partilhamos com os nossos leitores."

Jornal "Incentivo", 8 de Abril de 2008

Foto de Fernando Lemos

sexta-feira, 14 de março de 2008

ORA, AQUI ESTÁ UMA EXCELENTE INICIATIVA

AÇORES - TRIÂNGULO
Uma iniciativa conjunta da Câmara de Comércio da Horta, da Associação Comercial do Pico e do Núcleo Empresarial de São Jorge.







"Trata-se de uma publicação de formato prático e com boa apresentação gráfica, que contém os elementos informativos básicos para quem queira visitar esta autêntica sub-região dos Açores."
(Tribuna das Ilhas, 25 de Janeiro de 2008)



No meu ponto de vista, acho que está bastante interessante, e num futuro próximo, se surgir um mini guia turístico com as principais atracções das três ilhas, seria o ideal. Temos de continuar a lutar por um lugar ao sol.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

PORQUÊ O TRIÂNGULO

É um espanto, como andam as coisas por cá, na blogosfera então nem se fala. As enormidades que se dizem, o que tá a dar agora é o tema Avião, são estatísticas vistas por 3 lados, cada um á sua maneira, são os números de passageiros, o tamanho da pista, o vento de que lado sopra, quem deve ter mais voos, mais aviões...
São apelos ao boicote de viajar para este, ou aquele aeroporto, são ideias de encerrar o canal, é chamar associação parasita a duas ilhas que desde sempre possuem laços comerciais, de sangue, de amizade, de ajuda. Bem por estar a dizer isto, vão dizer que é fácil falar já que nós Faialenses somos na óptica (felizmente) de poucos Picoenses o Lobo Mau, cabendo a eles o papel de vitimazinha, se houve injustiças, talvez, se houve tratamentos desiguais, é o mais certo, mas será que todo este tempo, ainda não deu para perceberem que os verdadeiros "Lobos Maus", não estão cá deste lado?
Claro, que até para isso, eles tem resposta, tipo: é tudo devido á proximidade, ao mesmo número de pessoas, mas no dia a seguir, lá continuam na mesma festa...

Na imprensa escrita, por alguma razão raramente alguém abana o sistema, esta semana, posso dizê-lo, li um artigo daqueles que faziam falta á muito tempo.
Aqui fica algumas citações:

"Decorridos 475 anos, como se pode ainda lutar por uma causa? Porque é justa? Ainda não decorridas 3 décadas, como deixámos de lutar pelos Transportes, pelo Turismo, pelas Pescas..., que nos fugiram, consciente e progressivamente.
Pela presente fuga da Companhia de Infantaria da Horta, pelas futuras fugas do Comando da PSP e da Direcção de Finanças para Ponta Delgada, da Cadeia para Angra do Heroísmo, pela política aérea centralizada em Ponta Delgada, pelas tentativas de centralizar a política de transportes marítimos (passageiros e carga) na Terceira, etc."

Será preciso fazer um desenho, ou já dá para perceber quem é o "Lobo Mau", mais uma vez na blogosfera, vi algures alguém que queria o mesmo número de Secretarias e empregos públicos no Pico, como o Faial tem. Para esses tenho uma novidade, se os tivessem, se calhar era por pouco tempo, já saíram de cá alguns, e provavelmente se seguirão outros. Se a Assembleia Regional tivesse "rodas", onde estaria ela neste momento?

E o problema dos Aeroportos, o que dizer a esses senhores, estatísticas, aumentos de pista, boicotes, embargos, etc..., acho que não, o que dizem a isto:

"Preparam-se outros esvaziamentos, com os mais diversos argumentos, ora porque são maiores, ora porque é melhor, ora..., ora...!Os mais graves acontecerão já em 2016, se até lá tudo continuar na mesma. Os Açores terão uma única porta de entrada na Região (Portas do Mar) para ligações aéreas e marítimas para o exterior, quedando-se a Terceira como porta alternativa! O resto?
Serão simples ilhéus, habitados ou não...veremos!"

E as Pescas, o que dizer? Picoenses, Faialenses, andam a dormir?

"Incentiva-se uma fábrica em Rabo de Peixe, para combater o desemprego da mão de obra feminina, depois alugam-se os barcos do Faial - Pico para, em vez de pescarem, transportarem o peixe para São Miguel, e depois dão-se prémios para o abate da frota azul...
Pior do que isto, não conheço, é roubar os ovos debaixo da galinha, é retirar-nos trabalho e riqueza por cá para distribuir por lá..."

Para finalizar, mais uma, que é no mínimo escandalosa...

"Leve e brevemente, a região passará de mil para 1750 lugares de amarração nas diversas marinas...Só São Miguel verá acrescer a sua capacidade em mais de 476 postos, enquanto a capital do iatismo se vê esvaziada, quer pela transferência dos postos de amarração para locais sem barcos, por políticas de preços de combustíveis, quer ainda por erradas contagens de barcos por lá, em que sempre que saem e voltam no porto, contam, como se viessem das Américas...Aqui, já não há preocupação de aferição de critérios, de lealdade e de verdade.
Enquanto isso, a Horta beneficia de uma rota internacional que a defende, obrigando os iates a fundear na baía, ..."

Será que ainda não dá para perceber???
Será que o mal do Pico está no Faial, que o de São Jorge está no Pico???
Caros Senhores, temos de promover o nosso verdadeiro "produto" - o Triângulo. Um bom princípio é acabar com as "turras" inter-ilhas. Vamos divulgar as nossas três lindas ilhas, só a procura por parte dos visitantes, desbloqueia as infra-estruturas necessárias e que todos nós queremos.
Isto não é incentivar guerrilhas com outras ilhas, tão a fazer pela vida, pois algumas não dispõem da beleza que no triângulo abunda, e outras, lá por terem a mania da capital, querem tudo para eles.

O que acontece, enquanto nós andamos ás "turras", eles devagarinho e silenciosamente vão levando a água ao seu moinho, quando abrirmos os olhos, poderá ser tarde de mais.

Vamos divulgar, este belo cantinho, conhecido entre nós como triângulo, tenho quase a certeza que é a nossa melhor aposta...

citações: Paulo Oliveira, in jornal "Incentivo", 28 de Fevereiro de 2008.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

ISTO DEVERÁ SER A NOSSA APOSTA...

UM PACOTE TURÍSTICO

QUE ENGLOBA UMA

VISITA AO TRIÂNGULO

Para quem pensar em visitar os Açores, depara-se com 9 potenciais destinos, sendo uma visita à linda ilha de São Miguel, um apelo muito forte.

Outros dois polos de atracção, são como é óbvio as ilhas do Triângulo (São Jorge, Pico e Faial) e a meu ver as ilhas das Flores e Corvo, que bem merecem uma visita.

Aqui, o "trunfo", é a possibilidade de visitar mais do que uma ilha, sendo à partida o Triângulo, o destino neste momento mais bem preparado para receber.

Aqui fica, o relato de um dos visitantes:








(clique para ampliar)

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

ILHA DOS AMORES

FAIAL - PICO

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

UMA CHILENA DE VISITA AO FAIAL E PICO



Islas Azores: mundos lejanos

"En una oportunidad leí que las Islas Azores eran la representación material de la existencia de la Atlántida, y aunque el texto carecía de cualquier rigor científico, un sector desconocido de mi disco duro archivó ese dato y cada cierto tiempo me lo recordaba.Aunque desde Chile se veía como un destino lejano, desde Lisboa, la cosa cambió y pasó a ser un destino posible.
Aunque agosto corresponde a la temporada alta y es difícil encontrar vuelos logré hacerme de un paquete de 4 días en la Isla Faial, incluyendo avión y hotel por 600 euros.El Archipiélago de Las Azores queda en pleno Océano Atlántico, entre América del Norte y Europa y a unos mil 500 kilómetros de Lisboa.El azor, un ave de rapiña da nombre al archipiélago formado por nueves islas de origen volcánico, Terceira, Graciosa, San Jorge Pico y Faial, que conforman el grupo central, San Miguel y Santa María el grupo oriental y Flores y Corvo el grupo occidental.Yo decidí partir por Faial.
¿Porqué Faial? Porque leí en una oportunidad un libro de Antonio Tabucchi, que hablaba de Porto Pim y además porque esta isla es conocida como la isla azul, por la cantidad de hortensias azules que tiene y por último porqué quería conocer el mítico “Peter`s Café”.Faial no defraudó mis expectativas. Ya la llegada al Aeropuerto Castelo Branco, después de dos horas de vuelo desde Lisboa, resultó encantadora, allí mismo en el aeropuerto estaban las famosas hortensias, mientras que la vecina isla de Pico, con el volcán del mismo nombre nos ofrecía una imagen impresionante.Las islas más pobladas son San Miguel con 130 mil habitantes y Terceira con 55 mil, mientras que Faial y Pico bordean los 15 mil habitantes cada una.En esta ocasión solo pude visitar estas dos últimas islas y dejé las siete restantes para un nuevo viaje, siempre es bueno para un viajero, dejar objetivos pendientes, así el regreso está asegurado.Faial, puede dar mucho de sí, tiene una buena oferta hotelera, y también residenciales más económicas. Su capital, Horta, muestra, además de su impresionante marina, llena de yates de los lugares más alejados, una gran riqueza monumental y Porto Pim, a diferencia de lo que yo había imaginado, no era un puerto, sino una pequeña playa a la que se puede ir caminando desde el centro de Horta.Sus aguas son tibias y sin olas, y usted puede permanecer en ellas, hasta la impresionante puesta de sol. A esa hora el aire empieza a enfriar un poco, a lo que se puede hacer frente con una copita de vino dulce de Porto u oporto como es conocido en América Latina.
Mi segundo día en Horta lo uso para cruzar el canal que separa Faial de Pico, luego de media hora de navegación en el navío “Cruceiro do Canal”, (cerca de 5 y euros ida y vuelta) estamos ya en la isla de Pico y su imponente volcán.Sin plan preciso me dispongo a recorrer las callejuelas de esta isla y sus hermosas casas llenas de hortensias. Mientras observo una en la que en el jardín hay plantadas hortalizas, sale su propietario y me invita a pasar para conocer su jardín interior, donde ha plantado tomates y lechugas.Sin prisa, me cuenta su vida en la isla y cuando ya me despido, llega su padre que había ido a buscar una nieta que venía llegando de Estados Unidos de vacaciones.La chica que viene de Boston, me cuenta que en esa ciudad hay muchísimos azoreanos. Esto porque más de la mitad de la población de residentes azoreanos emigró la mayor parte a Estados Unidos, vestigio de la época de la caza de la ballena y el resto al sur de Brasil, se instalaron en los estados de Río Grande, Santa Catarina y Paraná precisamente para vivir en ciudades cerca del mar, ya que como buenos isleños, deben respirar aire de mar.Bueno, así como este vecino de Pico son los azoreanos: cordiales, hospitalarios y amistosos, no dudan en perder un par de horas en explicar a una viajera chilena, los altibajos de la vida en las islas.A diferencia de Faial, en Pico hay pocas playas de arena, por lo que se han construido unas especie de plataformas de hormigón con escaleras que dan al océano y que resultan, muy cómodas para asolearse y bañarse.Mientras sigo recorriendo las calles de Pico me topo con una procesión católica. Acompaño a su banda de música hasta la iglesia matriz y observo la profunda religiosidad de sus habitantes.Ya pasan las 2 de la tarde y es hora de buscar un sitio para almorzar. Restaurantes de orilla de costa ofrecen especialidades marinas y con platos típicos como las sopas do Espiritú Santo y cerdo preparado de diversas formas, con dulces tradicionales y vino azoreano. (Por 15 euros se puede cenar con vino y postre)Aunque las islas tienen origen volcánico, las vides crecen entremedio de las rocas de lava, al igual que las hortensias, la naturaleza da aquí una muestras al hombre, que aún bajo las condiciones más extremas, la vida puede surgir año a año.
El regreso a Faial como a las 5 de la tarde nos permite un nuevo baño en Porto Pim y un ascenso hasta el Monte da Guía, desde donde se ven construcciones vinculadas a la caza de la ballena y se puede observar una impresionante vista sobre Horta y Porto Pim.El tercer día esta destinado a recorrer Faial en toda su circunferencia. Para lo cual se hace necesario alquilar un pequeño auto por 35 euros diario. El viaje con partida y destino en Horta demanda unos 90 kilómetros y parte en el miradouro de Espalamaca, siguiendo hasta la playa de Almoxarife, Ribeirinha, Salao, Ribeira Funda, hasta Praia do Norte, donde no pude bañarme ya que había unas faenas, al parecer por el encallamiento de un navío.La circunvalación a la isla continúa hasta Ponta dos Capelinhos, Capelo, Ponta de Varadouro, Castelo Branco, Feteira e Horta.El regreso, permite una última vista de la puesta de sol en Porto Pim, (ya se ha hecho tradición) y un vinito de Porto.En nuestros tres primeros días en Faial no fue posible tomar café en Peter, ya que el café permanece lleno todo el día, por lo que se impone madrugar y llegar antes que todas sus mesas están ocupadas por los madrugadores hombres de mar que van allí en busca de un reponedor desayuno.
Bueno Peter, merece un apunte especial, en realidad su café se llama “Sport”, pero todo el mundo lo conoce como el café de Peter. Fue inaugurado para Navidad de 1918, y al poco tiempo se transformó en el favorito de marineros y navegantes que dejaron por allí sus banderines como recuerdo.Desde el año 1975 con José "Peter" Azevedo ", quien condujo el timón hasta hace poco tiempo, en que ya no acompaña a sus seguidores, el café ha consolidado su posición como el café más famoso del Atlántico, con su Museo de Sccrimshaw, una tienda de ropa. con una línea destinada a la protección de la ballena, un cyber café y una agencia de avistamiento de cetáceos y golfinhos, el Café Sport, es una institución imperdible en Horta. No se desanimen si nunca encuentran mesa, hay que madrugar, el café abre a las 8 de la mañana y hay que ganarle el quien vive al resto.Los cuatro días pasaron volando, una última miradita a la hermosa playa de Porto Pim y a alimentar la esperanza que algún día volveremos y veremos las 7 islas restantes. Hay que venir en junio, es más barato y hay más hortensias azules en flor."

Maria Eugenia, in

sábado, 15 de dezembro de 2007

MAS AFINAL O QUE TEM OS PRESÉPIOS TRADICIONAIS DE ESPECIAL

MUITO...



Os Presépios Tradicionais Portugueses, tem como característica, a adição de costumes e tradições populares. Os Açorianos, não fogem há regra e devido a muitas horas e a muita paciência de "artistas" anónimos "armados" com simples facas, moldes de gesso ou simplesmente bocados de pano, criam verdadeiras miniaturas das vivências do povo, ao longo dos tempos. Assim a nossa identidade como povo é mantida, pois são recriados cenários, alguns já desaparecidos. È muito usual ver os olhos dos pais a brilhar, ao mostrar a seus filhos que contemplam o presépio, como: "o pai, apanhava melros, quando era pequeno" ou "brincava na rua com um rodeiro".




Não menos usual é ver, os mais idosos, recordar as suas antigas labutas nos campos, com os arados de pau, arrastas, carros de bois, etc.



    são recriadas autênticas aldeias em miniatura


    a quantidade de detalhes, chega a ser impressionante




    • actividades no campo




    a apanha dos melros com a "still"


    tosquia de ovelhas




    • calivar, sachar , trigo, milho...

    a chamarrita


    o Divino Espírito Santo e os Impérios




    as procissões





    a filarmónica






    as Igrejas





    • o fabrico do vinho



    serrar a madeira




    a eira





    os barcos que faziam as ligações Faial/Pico

    E tudo isto, se junta às figuras tradicionais desta história passada em Belém, como se tratasse de um acolhimento do Menino Jesus, no nosso meio, entre o nosso povo.

    Aqui fica, uma homenagem, a todos aqueles que teimam, em não esquecer as nossas tradições, e a todos os "artistas" que através da madeira, pano, barro ou gesso, permitem a nós todos poder admirar esta forma de arte num Presépio Tradicional Açoriano.